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Previsão do Tempo

MOTIVOS PELOS QUAIS VOCÊ SENTE MUITO SONO DURANTE O DIA

Basta olhar ao seu redor para notar o quanto as pessoas andam cansadas. Alguém cochila no ônibus, um colega suspira na sala de reunião, o estudante ronca em sala de aula e o balcão do cafezinho está sempre lotado. Parece tão normal sentir-se com muito sono o tempo todo. Só que não!
 
Sonolência excessiva pode ter consequências graves. A porta-voz da Academia Americana de Medicina do Sono, em Evanston (EUA), Lisa Shives, afirma que o principal problema, hoje, é a limitação do sono por excesso de trabalho. “As pessoas estão trabalhando muito e, por isso, limitam-se a seis horas de sono enquanto deveriam dormir sete ou oito”, destaca.
 
Se você tem problemas para ficar acordado, sofre com sonolência diurna excessiva, cochila facilmente e tem dificuldade para se concentrar, você pode se perguntar: Por que tenho tanto sono?
 
#1 Falta de manutenção do sono
 
A causa mais comum – e óbvia – de sentir-se com muito sono é a própria falta de sono. Talvez você desconheça o quanto você precisa dormir para o seu corpo poder descansar, mas observe que isso tem muito a ver com a sua idade. De um modo geral, quanto mais velho você fica, menos sono você precisa. No entanto, não é só o tempo que influencia não! A rotina, nesse caso, é muito importante, além do ambiente, que deve ser adequado para o sono.
 
#2 Apneia do sono
 
Muita gente não sabe, mas a apneia – condição em que você para de respirar repetidamente enquanto dorme – atrapalha muito a qualidade do seu sono. E você nem percebe! Deitou cedo, mas ainda sente-se exausto durante o dia? Além do ronco alto, a falta de ar – que pode ocorrer dezenas de vezes por hora durante a noite – fragmenta o sono. Com cada despertar, você permanece em estágios mais leves do sono, o que compromete o seu descanso.
 
#3 Narcolepsia
 
É um distúrbio caracterizado por sonolência excessiva e ataques frequentes de sono durante o dia. O que isso quer dizer? A pessoa, simplesmente, dorme! O sintoma mais característico é a cataplexia, perda súbita do tônus muscular com estímulo emocional, como a surpresa ou o riso. A narcolepsia é coisa séria, pode causar acidentes – a pessoa com o distúrbio pode dormir no trânsito, por exemplo – e precisa de tratamento médico.
 
#4 Síndrome Crônica de Fadiga
 
Esta é outra condição que pode deixá-lo sonolento. Caracteriza-se por uma persistente exaustão, sem explicação, associada a dores frequentes nos músculos e articulações. Embora a causa desta síndrome não seja completamente conhecida, ela pode deixá-lo incapaz de gerenciar suas atividades diárias. Não há nenhuma solução rápida, mas muita gente se beneficia com pequenas mudanças na rotina.
 
#5 Intolerância alimentar
 
O que você come pode deixá-lo mais cansado. Parece loucura, mas não é! Se você perceber que fica mais sonolento e o cansaço fica pior depois de comer certas coisas, você pode ter uma intolerância alimentar. Converse com o seu médico sobre uma dieta supervisionada para observar se cortando certas coisas do seu cardápio você se sente melhor.
 
#6 Síndrome das Pernas Inquietas
 
Mais um distúrbio que atrapalha o seu descanso. Ela causa movimentos excessivos durante o sono e pode deixá-lo super cansado no dia seguinte. É caracterizada por uma sensação desconfortável nas pernas associada a necessidade de movimentá-las e que, muitas vezes, acontece à noite. Também associada a síndrome dos movimentos periódicos dos membros – súbitos movimentos bruscos que ocorrem durante o sono. Existem tratamentos eficazes disponíveis para estas condições.
 
#7 Perturbações do ritmo circadiano
 
Para quem não sabe, o ritmo circadiano é o relógio natural do corpo que ajuda a coordenar suas atividades biológicas, independente da presença – ou não – de fatores externos. Se ele está desregulado, você pode sentir-se sonolento nas horas erradas. É muito comum acontecer com pessoas que viajam para destinos com grande diferença de fuso horário.
 
Fonte: Gazeta do Povo

CÃES PREFEREM PESSOAS À COMIDA, DIZ CIENTISTA QUE DESCOBRIU O QUE ANIMAIS “PENSAM”

Gregory Berns, 53 anos, neurocientista da Universidade Emory, de Atlanta, nos Estados Unidos, passa os dias examinando o cérebro de cachorros, tentando descobrir no que estão pensando. A pesquisa está detalhada em um novo livro “What It’s Like to Be a Dog” (“O que é ser um cachorro”, em tradução literal). Entre as descobertas: seu cachorro pode realmente amá-lo por quem você é e não por sua comida. Nós conversamos durante sua recente visita à cidade de Nova York e posteriormente por telefone. A entrevista abaixo foi editada e condensada por questões de espaço e clareza.
 
Como começaram seus estudos caninos?
 
Começou de verdade com a missão que matou Osama bin Laden. Havia um cachorro, Cairo, que saltou do helicóptero junto os Seals da Marinha. Assistir à cobertura da imprensa me deu uma ideia. Helicópteros são terrivelmente barulhentos. Cachorros têm uma audição muito sensível. Eu pensei: “Se os militares podem treiná-los a entrar em helicópteros barulhentos, pode ser possível fazê-los entrar em aparelhos de ressonância magnética”.
 
Por quê?
 
Para descobrir o que pensam e sentem.
 
Um ano antes, meu cachorro favorito, um pug chamado Newton, havia morrido. Pensava bastante nele. Eu me perguntava se ele me amava ou se o nosso relacionamento tinha mais a ver com o alimento que eu lhe fornecia. Como neurocientista, tenho visto como estudos com ressonância magnética ajudaram a compreender quais partes do cérebro humano estão envolvidas em processos emocionais. Talvez testes na máquina pudessem nos ensinar coisas semelhantes sobre os cães. Eu me perguntava se eles tinham funções nos cérebros análogas às dos humanos. O grande obstáculo para realizar esse tipo de teste era achar um jeito de fazer os cachorros entrarem na máquina e ficarem parados o tempo suficiente para obter imagens úteis.
 
Como resolveu isso?
 
Trabalhei com Mark Spivak, adestrador de cães de Atlanta, para definir as etapas que pudessem tornar possível para um cachorro entrar no aparelho. No meu porão, construí um simulador de ressonância magnética. Nós apresentamos Callie, a terrier da família e substituta de Newton, a ele para acostumá-la ao barulho, ensinar como subir os degraus que conduzem à máquina, deitar a cabeça e ficar sem se mexer por períodos de tempo cada vez maiores.
 
Depois que ela dominou essas tarefas, nós as combinamos, como seria necessário quando encontrasse num aparelho real. Callie precisou de três meses de prática diária. Após aperfeiçoar o sistema de treinamento, convidamos donos de cachorros voluntários para o estudo. Desde 2012, nós treinamos e examinamos perto de 90 cães. Por uma questão de princípio, nunca amarramos nem dopamos nenhum. Se o cachorro quiser levantar do aparelho e ir embora, ele pode. Não existe coerção
 
Como é o exame?
 
Em geral, fizemos testes análogos aos exames de neurociência realizados nas pessoas. Por exemplo, treinamos os cães a fazer o teste do vai ou fica. É semelhante ao famoso experimento com marshmallow, que mede a capacidade de autocontrole. No caso dos cachorros, nós os treinamos a apertar um alvo com o nariz quando ouvissem um apito, o “vai”. Depois, ensinamos que braços erguidos significavam “não vai”. Se vissem braços erguidos enquanto o apito soava, não podiam ir. No aparelho, víamos que quando usávamos o “não vai”, uma parte do lobo pré-frontal se tornava ativa. Cães com mais atividade ali se saíam melhor. É a mesma coisa nos humanos no teste do marshmallow. Não acredito que isso tenha sido feito antes em não primatas. Isso mostra que os cachorros usam partes correspondentes do cérebro para resolver problemas similares como as pessoas.
 
O que os cães amam mais: nós ou a comida? Como você fez esse teste?
 
Fizemos uma experiência em que demos salsichas intercaladas com elogios. Ao comparar suas respostas e examinar o centro de recompensa do cérebro, a maior parte dos cachorros reagiu da mesma forma diante da comida e do elogio. Contudo, cerca de 20% demonstravam respostas mais fortes ao elogio do que à comida. Diante do que, concluímos que a grande maioria dos cães nos ama, pelo menos, tanto quanto à comida. Outra coisa que aprendemos ao mostrar imagens de objetos e pessoas aos cães é que eles têm partes exclusivas no cérebro para processar rostos. Assim, eles são de muitas formas condicionados a processar faces. Isso significa que os cachorros não aprenderam apenas ao conviver conosco que rostos humanos são importantes – eles nasceram para olhar rostos. Não se sabia disso antes.
 
Existem usos práticos da sua pesquisa?
 
Ela pode ser útil para treinar cães de serviço. Durante dois anos, nós colaboramos com a Canine Companions for Independence estudando filhotes candidatos a cão de serviço. A maioria dos animais desse tipo custa entre US$ 20 mil e US$ 60 mil porque necessita de treinamento extremamente intenso para conseguir executar o trabalho no futuro. Embora esses filhotes sejam criados especificamente para a tarefa, uma boa parte se revela inadequada. A Canine Companions queria que tentássemos identificar quais filhotes apresentavam maior probabilidade de sucesso. Assim, examinamos seus filhotes e os acompanhamos posteriormente. Nós constatamos que os melhores candidatos tinham maior atividade na região cerebral com mais receptores de dopamina, o núcleo caudado. Eles também tinham menos atividade na parte do cérebro associado ao medo e à ansiedade, a amígdala.
 
O senhor tem examinado o cérebro de leões-marinhos. O que aprendeu com isso?
 
Nos últimos anos, um número recorde de leões-marinhos apareceu nas praias da Califórnia, sofrendo convulsões e incapacitados. Com outros pesquisadores, nós examinamos o cérebro dos animais encalhados, procurando localizar as partes danificadas, que se mostrou ser o hipocampo. É a parte lesionada em pessoas com epilepsia do lobo temporal.
 
Os leões-marinhos me ensinaram que os distúrbios de consciência podem ser muito parecidos em humanos e animais. Na verdade, o conjunto da minha pesquisa me fez ver o quanto muitos animais são semelhantes a nós. Sem dúvida, é difícil saber no que os animais estão pensando porque eles não conseguem falar, mas quando se examina seu cérebro, dá para perceber como alguns processos são similares. Dá para reconhecer que não são apenas coisas.
 
A pesquisa trará implicações às políticas públicas?
 
Talvez algumas para animais em abrigos. Talvez seja possível utilizar a pesquisa para ajudar abrigos para cães com problemas de agressão. Se conseguirmos descobrir o problema em seu cérebro, talvez consigamos achar alternativas a sacrificá-los. O que esses estudos me deram de mais importante é um questionamento sério sobre como tratamos os animais. Pense em como criamos animais em grandes centros industrializados, onde são confinados a maior parte da vida e, a seguir, abatidos, muitas vezes com crueldade. Se os animais têm consciência de seu sofrimento – e acredito que tenham – nós temos de reconsiderar seu tratamento. Em termos pessoais, sou vegetariano, em graus variados, desde a faculdade. Essa pesquisa deixa claro que os animais têm cérebros com a capacidade sentir muitas das emoções humanas. Isso aguçou minha resolução de ser um vegetariano melhor, embora eu também tenha aprendido a não me criticar quando não consigo.
 
Fonte: Gazeta do Povo

SAIBA QUAIS SÃO OS PASSAPORTES MAIS FORTES DO MUNDO EM 2017

A edição deste ano do ranking Quality of Nationality Index, produzido anualmente pela consultoria Henley & Partners, foi divulgada nesta quinta-feira (14) e aponta que o passaporte alemão, pela sexta vez consecutiva, é o mais poderoso do mundo.
 
Seguindo a Alemanha estão países também europeus: Suécia, Finlândia, Espanha e Itália completam o top 5 do ranking. O Brasil ocupa a 28ª posição do ranking, ficando atrás, dos países da América Latina, somente do Chile.
 
Dentro do estudo completo, que avalia qual o melhor lugar para se viver e qual a melhor nacionalidade dentre 160 países, existe o ranking Travel Freedom, que aponta quais os melhores passaportes de todos os avaliados levando em conta para quantos países é possível viajar sem visto com determinado passaporte. Neste ranking, a Alemanha ocupa o primeiro lugar.
 
Os dados utilizados para elaboração do ranking são fornecidos pela IATA, a International Air Transport Association, responsável por regular e fiscalizar o setor aéreo mundialmente.
 
Confira a seguir os 20 passaportes mais poderosos do mundo, de acordo com o ranking:
 
1 Alemanha
2 Suécia
3 Finlândia
4 Espanha
4 Itália
4 França
5 Reino Unido
6 Bélgica
6 Holanda
7 Dinamaca
7 Japão
7 Singapura
8 Ilhas do Canal
8 Estados Unidos
8 Ilhas de Man
9 Noruega
10 Luxemburgo
10 Áustria
11 Suíça
11 Portugal
12 Irlanda
12 Nova Zelândia
13 Coreia do Sul
14 Grécia
15 Austrália
15 Canadá
16 Islândia
16 Hungria
17 República Tcheca
18 Malta
19 Liechtenstein
20 Latívia
 
Fonte: Gazeta do Povo

VOLUNTÁRIOS TÊM PAPEL ESSENCIAL NA PREVENÇÃO DO SUICÍDIO; SAIBA COMO AJUDAR

Ser um bom ouvinte e escutar com atenção as histórias da pessoa na outra linha pode ser o primeiro passo para quem deseja se voluntariar a uma ONG de defesa e proteção, como o Centro de Valorização da Vida (CVV). Mas, não é suficiente. É essencial que o voluntário aprenda como ouvir e não deixe espaço para conselhos, julgamentos ou constrangimentos.
 
“O voluntário está lá para ouvir, conversar, acolher a pessoa, acreditar naquilo que ela está falando, mas não está lá para influenciar ou direcionar. O voluntário tem que aprender a ter muita serenidade, porque não é incomum que as pessoas liguem chorando, bravas, agitadas e, aos poucos, vão se acalmando”, explica Quintino Dagostin, porta-voz e voluntário do CVV Curitiba há 20 anos.
 
O Centro de Valorização da Vida realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo por telefone, e-mail, chat e voip 24 horas, todos os dias.
 
Para aprender a ouvir, os voluntários do CVV passam por diferentes cursos. No curso inicial, com duração de três dias, geralmente à noite, a pessoa aprende a olhar a sociedade como um todo e onde ela se enquadra e se encaixa nessa comunidade.
 
No segundo dia, o voluntário aprende a se conhecer, a entender o que precisa ter para ser um voluntário e, no terceiro dia de curso, são ensinadas as características das pessoas que, geralmente, ligam ou entram em contato. “Podem ser voluntários todos que se propuserem a ouvir e a acolher. O curso ajuda a pessoa a se sentir segura para acolher quem liga”, reforça Quintino.
 
O curso é gratuito e ministrado por outros voluntários. É importante lembrar que os futuros voluntários devem participar dos 3 dias. Caso falte em algum, não poderá continuar.
 
Tive depressão, posso ser voluntário?
 
Todos podem passar por algum tipo de transtorno em algum momento da vida e isso não é nenhum impeditivo para se voluntariar ao CVV, segundo Quintino. “Se a pessoa souber se conhecer e se cuidar, ela tem condições de ser voluntário, sem problemas”, reforça o voluntário de Curitiba.
 
Da mesma forma, não é incomum que a pessoa que foi atendida pelo CVV em outra oportunidade queira se tornar voluntário mais para frente. Ou mesmo quem vá à sede da entidade para conhecer quem o atendeu. “O voluntário sempre fala o seu nome nos atendimentos, mas a pessoa que liga nem sempre dá essa informação, até porque as conversas são sempre anônimas. Para o voluntário, interessa apenas conversar, sem saber quem é a pessoa do outro lado”, explica Quintino.
 
Quero ser voluntário em Curitiba
 
Em Curitiba, o próximo curso será realizado nos dias 18, 19 e 20 de setembro. Quem tiver interesse deve entrar em contato pelo telefone 141, deixar nome, telefone e e-mail. Na véspera do curso, os responsáveis avisarão o local, que varia conforme a quantidade de participantes.
 
Antes de fazer o cadastro, existe uma exigência: os voluntários devem ter mais de 18 anos de idade. Não há restrições de formação – psicólogos, médicos podem participar, desde que não atuem como profissionais.
 
“Temos professores, médicos, dentistas, psicólogos, aposentados, como eu. Há ainda donas de casa, estudantes acadêmicos. Quem não pode ir até a sede recebe um outro curso para fazer os atendimentos via e-mail ou Skype”, explica Quintino, voluntário há 20 anos em Curitiba.
 
Serviço:
 
CVV – Centro de Valorização da Vida
 
Tanto o contato via chat, Skype, quanto via e-mail é feito pelo site do CVV: www.cvv.org.br. Por telefone, o interessado pode ligar no número 141, ou diretamente no posto da sua região. Em Curitiba, o CVV está localizado na Rua Carneiro Lobo, 35. Bairro Água Verde. O telefone para contato é (41) 3342-4111.
 
“A pessoa que está pensando em suicídio sempre dá sinais verbais. O que acontece é que quem está perto nem sempre leva a sério”
 
Um dos mitos mais compartilhados quando pensamos em suicídio e depressão é “se a pessoa fala muito sobre o assunto, não vai fazer nada”. Pelo contrário, se ela comenta algo sobre o fim da vida, pode se tratar de um pedido de socorro e quem estiver próximo deve prestar atenção, conforme alerta Raquel Tatiane Heep, médica psiquiatra da Prefeitura Municipal de Curitiba e professora do curso de Medicina da Universidade Positivo.
 
“É um pedido de socorro. Se ela está falando é porque em algum momento isso passou pela cabeça dela. O suicídio é um crescente. Você não acorda um dia com vontade de morrer. Primeiro vem a vontade de sumir, de andar sem rumo, de desaparecer, as despedidas dos amigos e parentes. Então a pessoa verbaliza, com frases que indicam uma autoeliminação”, explica a médica.
 
Outros sinais indicados na fala de quem pode estar em risco de cometer algo contra a própria vida, a psiquiatra lembra a desesperança. “A pessoa não vê mais saída, ela para de fazer planos. Você pergunta a ela como será o Natal e ela diz que não vai ter Natal. É um discurso sem futuro”, reforça. A associação com drogas e álcool também é um sinal de alerta – tanto porque o álcool e as drogas podem ser causa de doenças e transtornos mentais, quanto consequência dos mesmos.
 
“A pessoa com depressão que não procura ajuda médica e a família não compreende, ela afoga as mágoas no álcool. Usa-o como remédio para esquecer, para se tornar mais sociável. O adolescente com dificuldades em interagir com outras pessoas usa a maconha para ser mais legal e isso desencadeia outra doença, como a esquizofrenia”, afirma Heep.
 
Fonte: Gazeta do Povo

CONHEÇA OS ITENS MAIS FURTADOS PELOS HÓSPEDES NOS HOTÉIS: ATÉ TV ESTÁ NA LISTA

Xampu, sabonete, lençóis, lâmpadas, aparelhos de TV, colchões, obras de arte e até um piano. Todos esses objetos integram uma pesquisa que apontou os principais itens roubados em hotéis pelo mundo. Realizado pelo site LateRooms.com, o levantamento ouviu 8 mil estabelecimentos de diferentes países e produziu resultados no mínimo curiosos.
 
Em primeiro lugar estão os produtos de banheiro. Os kits de xampu, condicionador e sabonete disponibilizados pelos hotéis são frequentemente levados pelos hóspedes. Isso não chega a ser um problema, porque boa parte dos hotéis contabiliza esse tipo de produto no valor da hospedagem. Mas nem só do furto de cosméticos baratinhos vivem as estatísticas. O segundo lugar da lista é bem menos comum. Aparentemente a iluminação dos quartos de hotel é um dos objetos de desejo dos clientes. Muitos aproveitam suas estadias para levar consigo as lâmpadas do local.
 
Até baterias de controle remoto
 
Quem já precisou de uma pilha às 3h da manhã e não encontrou nada em casa vai entender o motivo de o terceiro lugar da pesquisa ser justamente essas pequenas baterias. Talvez pensando nesses momentos de raiva, hóspedes do mundo todo levam as pilhas retiradas de controles remotos e outros pequenos aparelhos dos hotéis. As macias toalhas de banho e rosto vêm na sequência, seguidas por plantas, Bíblias e tapetes de banheiro. Há, ainda, quem vá além das pilhas e embolse mesmo o controle remoto.
 
Mas nada se compara à ousadia de levar para casa um aparelho de TV inteiro. Isso aconteceu, de acordo com um dos hotéis entrevistados pelo LateRooms.com. O cliente em questão não parou por aí. Furtou também o frigobar do quarto em que estava hospedado. A pesquisa não explica, no entanto, como ele conseguiu deixar o hotel com esses itens.
 
No Brasil o cenário é o mesmo. Lâmpadas, talheres e toalhas são comumente surrupiados pelos hóspedes. De acordo com levantamento da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), as toalhas e lençóis bordados com o logo dos estabelecimentos são alvos frequentes. Isso acontece porque muitos clientes as veem como souvenirs. “Hotéis que têm acesso direto à garagem sofrem mais”, diz a ABIH, que afirma que há relatos de furto até mesmo de aparelhos de ar condicionado.
 
Nada mudou
 
A pesquisa não é tão recente. Foi feita em 2015, mas não mudou muita coisa desde então. Também em 2015, o site Hoteis.com fez outra pesquisa com o público. A pergunta era muito simples: você já furtou itens de algum hotel? 61% dos 4 mil entrevistados em diversos países disseram que sim. No Brasil, o índice foi de 46%. As preferências eram um pouco diferentes. 20% das pessoas afirmaram ter levado produtos de papelaria, como canetas e bloquinhos. O segundo lugar ficou com as pantufas e chinelos, comodidade que os clientes gostam de incluir na bagagem no fim da estadia.
 
Alternativa
 
A Rede GJP Hotels & Resorts encontrou uma maneira criativa de resolver o problema de furtos de objetos em seus hotéis. Os itens mais cobiçados, como secadores de cabelo, travesseiros, cabides e até guarda-chuvas estão à venda na recepção dos hotéis e todos tem uma tag que diz: “Para adquirir este item, consulte a recepção. Ele está à venda por R$250″.  Isso no caso do secador, o guarda-chuva do apartamento pode ser adquirido por R$ 120 nos hoteis da rede.
 
Fonte: Gazeta do Povo

O WHATSAPP PARA EMPRESAS VEM AÍ

A versão do WhatsApp com foco em empresas e negócios começa a ser testado, informa a empresa. A ideia é permitir que consumidores conversem com estabelecimentos comerciais—sejam eles PMEs locais ou gigantes multinacionais.
 
Algo bacana é que entre os parceiros iniciais do WhatsApp, está o banco brasileiro Itaú Unibanco.
 
Em um texto compartilhado em seu blog, o WhatsApp afirma que fará experiências com recursos para empresas. O objetivo final é “facilitar o contato entre pessoas e negócios com os quais elas queiram se comunicar”, afirma o texto do WhatsApp.
 
Neste primeiro momento, o aplicativo quer fazer uma ponte confiável entre clientes e empresas. “Estamos entusiasmados em tornar possível conectar pessoas à empresas de maneira rápida e pessoal”, afirma o chefe de operações do WhatsApp Matt Idema em comunicado enviado à redação.
 
Como mercado crítico para o WhatsApp, o Brasil tem um representante de peso na lista inicial dos parceiros de testes, o Itaú Unibanco. O banco será a primeira instituição financeira a participar do projeto.
 
Em comunicado, o banco afirma que começará permitindo que clientes Personnalité Digital interajam com a instituição. Haverá expansão no uso do recurso para clientes de outras modalidades de forma gradual.
 
“Estarmos sempre presentes na vida do cliente, na forma e no momento em que ele tiver necessidade, é um ideal que buscamos. O desenvolvimento de uma solução como esta será crucial”, diz Luis Cunha, diretor executivo do Itaú Unibanco, em comunicado.
 
MONETIZAÇÃO
 
Este deve ser o primeiro passo para que o WhatsApp gere alguma receita. Vale lembrar que ele foi comprado por cerca de US$ 22 bilhões pelo Facebook.
 
Diferentemente do próprio Facebook e de outros produtos da casa, o WhatsApp não deve buscar dinheiro por meio de anúncios. Em entrevista ao Wall Street Journal, Matt Idema afirma que alguns recursos do app para empresas devem ser pagos no futuro. “Nós pretendemos cobrar de empresas no futuro”, disse.
 
O executivo explica, porém, que os termos e planos para as cobranças ainda não estão prontos.  Mesmo assim, Idema não descartou uma eventual chegada de anúncios.
 
Esse início dos testes acontece, além de no Brasil, em países europeus, na Índia e na Indonésia. A companhia aérea holandesa KLM, por exemplo, é outro parceiro nesse momento.
 
Usuários terão que permitir que sejam contatados pelos perfis de empresas, avisa o WhatsApp. O passo é importante para não afugentar usuários ao se criar uma plataforma de spams.
 
CONFIANÇA
 
Para que a comunicação entre empresas e clientes funcione bem, o WhatsApp lançou o selo de conta verificada. O princípio é bem parecido ao aplicado em redes sociais: a verificação garante que o perfil pertence à empresa—uma medida importante contra fraudes no app.
 
As contas verificadas trarão um pequeno selo verde. Testes com contas verificadas já haviam sido detectados ao longo das últimas semanas.
 
Fonte: Exame

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