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USP ABRE INSCRIÇÕES PARA CURSOS GRATUITOS DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS

A USP (Universidade de São Paulo) está com inscrições abertas para diversos minicursos de línguas estrangeiras, ministrados por alunos-estagiários da Faculdade de Educação. Os interessados poderão aprender gratuitamente idiomas como inglês, espanhol, francês, italiano, chinês, japonês, hebraico moderno e latim. 
 
Todos os cursos são abertos à comunidade interna (alunos, funcionários e docentes da USP) e à comunidade externa (interessados em geral), sendo oferecidos de forma presencial no campus da USP. Os alunos que concluírem recebem certificado emitido pela universidade. 
 
As inscrições devem ser realizadas de 22 a 25 de agosto (até 23h59), por meio deste link. Lá, você pode conferir os horários das turmas e dias de aulas em PDF.  Em 28 de agosto acontece o sorteio eletrônico que definirá os selecionados aos cursos.
 
No dia 29 de agosto serão divulgados os resultados pela internet e em listas impressas, a serem colocadas no saguão do Bloco B da Faculdade de Educação. As aulas começam no dia 11 setembro de 2017. Confira aqui o regulamento para mais informações.
 
Fonte: Catraca Livre

GOLPE NO WHATSAPP PROMETE REATIVAR PERFIS ANTIGOS DO ORKUT

Um novo golpe, disseminado pelo WhatsApp, promete ressuscitar perfis do Orkut, rede social do Google, muito popular no Brasil, encerrada em 2014. Em vez do prometido, o golpe direciona as vítimas ao download de aplicativos de origem duvidosa
 
O link espalhado pelo WhatsApp vem acompanhado de mensagens que prometem exibir fotos e depoimentos antigos do Orkut. Ao clicar nele, a vítima cai em uma página muito similar à de outros golpes, como a que prometia um ovo de Páscoa da Kopenhagen e temas de times de futebol, com o logo e as cores do Orkut, uma contagem regressiva e três perguntas bastante simples: “você já teve conta no Orkut?”, “Já postou foto no Orkut?” e “Tem amigo que usava Orkut?”.
 
Ao respondê-las, o site “analisa” as respostas e pede para que a vítima compartilhe o link co dez amigos ou grupos no WhatsApp. Fazendo isso, alega, o perfil será exibido.
 
É virtualmente impossível que o perfil do antigo Orkut seja exibido. Por um lado, porque a rede social não existe mais — mesmo o acervo público de comunidades, mantido no ar após o fim do Orkut, foi removido da web pelo Google em maio. E, mesmo que sim, o site não pede nenhuma identificação que permitiria associar a vítima a seu antigo perfil na rede social.
 
Segundo a PSafe, empresa de segurança que alertou a existência do golpe, 500 mil pessoas acessaram o site fraudulento nos últimos dias.
 
Entre as consequências, alerta a PSafe, golpes do tipo podem cadastrar a vítima em serviços pagos de SMS (para roubar créditos), induzir o usuário a baixar apps maliciosos ou capturar informações pessoais.
 
As orientações para não cair neste golpe são as mesmas de outros casos similares: desconfie de links com promessas mirabolantes recebidos pelo WhatsApp e, na dúvida, não proceda com esses cadastros e questionários.
 
Fonte: Gazeta do Povo

PARAR DE TOMAR O ANTIBIÓTICO ANTES DO FIM DA CAIXA NÃO AUMENTA RESISTÊNCIA BACTERIANA

A primeira e principal recomendação de muitos médicos especialistas, ao prescreverem um antibiótico, é para que o paciente tome o remédio até o fim – para evitar a chamada resistência bacteriana, quando a bactéria “se fortalece” e pode não responder mais ao medicamento. Uma nova conduta, porém, tem sido discutida pelos pesquisadores e a indicação de tomar o remédio até o fim pode não ser mais necessária.
 
Em um artigo publicado no periódico British Medical Journal, o pesquisador Martin J. Llewelyn, e colaboradores, fizeram uma análise contra essa ideia de que o tratamento deve ser completo. Com o título “O caminho do antibiótico chegou ao fim”, os especialistas argumentam que há poucas evidências que indicam a ingestão completa do medicamento com o aumento da resistência bacteriana e que seria hora dos políticos, educadores e médicos abandonarem essa mensagem.
 
De acordo com os pesquisadores, tomar os antibióticos por mais tempo que o necessário seria, de fato, o vilão da história, pois aumentaria o risco de resistência microbiana. “Reduzir o uso desnecessário de antibióticos é, portanto, essencial para diminuir a resistência bacteriana”, reforçam os autores na publicação.
 
Novas superbactérias
 
Recentemente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou para 12 famílias de bactérias que teriam se tornado resistentes aos tratamentos atuais e que precisariam de novos antibióticos para combatê-las. As bactérias seriam resistentes inclusive aos antibióticos mais recentes e são responsáveis pela maioria das infecções hospitalares.
 
Os chamados “patógenos prioritários” provocam infecções no sangue, nos pulmões, no cérebro e no trato urinário que podem ser fatais. “A resistência aos antibióticos está crescendo, e estamos ficando rapidamente sem opções de tratamento”, alertou Marie-Paule Kieny, assistente do diretor-geral da OMS.
 
A OMS insta os governos a incentivarem o financiamento público e privado para lutar contra estas “superbactérias”. A agência da ONU alertou anteriormente que se não houver ação para resolver o problema, o mundo estará condenado a uma era “pós-antibióticos”, na qual infecções comuns e pequenas feridas voltarão a ser fatais.
 
Fonte: Gazeta do Povo

MARCA DE SAPATO SURPREENDE CADEIRANTE COM MODELO PERSONALIZADO APÓS DESILUSÃO

Maria do Carmo Vorcaro é cadeirante e tem dificuldades em encontrar sapatos que se adaptem às suas necessidades. Ao encontrar um tênis com zíper no site da marca Arezzo, a aposentada acreditou que seria mais fácil para usar. Porém, quando a encomenda chegou, ela descobriu que o zíper era falso e não abria, servia apenas como um detalhe ao modelo.
 
Após explicar a sua dificuldade, Maria do Carmo fez a devolução do item. A marca de sapatos se comoveu com o ocorrido e criou uma versão do tênis adaptada especialmente para a cliente. Em post no Facebook, sua filha Letícia Vorcaro agradeceu: “Quanta gentileza da pessoa que a atendeu, conduziu todo o processo e a presenteou”.
 
Fonte: Gazeta do Povo
 

ELES OPTARAM POR NÃO VACINAR OS FILHOS. QUE RISCOS ESTÃO ASSUMINDO?

Faz pouco tempo que a sociedade brasileira passou a discutir e criticar as intervenções da medicina no corpo da mulher. Começando pelo alto número de cesáreas em relação aos partos normais, passando pela importância de adotar medidas humanizadas no nascimento, o discurso caiu, também, nas decisões das mães e pais sobre a obrigatoriedade de vacinar seus filhos — até completarem um ano, crianças devem receber 15 vacinas diferentes, sem contar reforços, de acordo com o Calendário Nacional de Vacinação do Ministério da Saúde.
 
Curiosa para entender as justificativas que levavam pais a deixarem de imunizar os filhos, a médica pediatra Carolina Luisa Alves Barbieri decidiu conversar com eles e compilou as respostas em uma tese de doutorado sobre o tema, defendida em 2014 pela Universidade de São Paulo (USP). Dos 16 casais entrevistados (todos de São Paulo, com ensino superior e de extrato social privilegiado), cinco imunizaram os filhos com todas as vacinas do Calendário; cinco escolheram quais seriam aplicadas e seis decidiram mantê-los longe das vacinas.
 
“A associação das vacinas com o autismo, divulgada pela primeira vez em 1998 e refutada pela comunidade científica repetidas vezes, continua no imaginário e gera medo nos pais. Isso demonstra uma seletividade na leitura, porque são famílias com acesso à informação falsa, mas também às pesquisas que desacreditaram a relação. Elas optam por ver o lado negativo das vacinas”, explica a pesquisadora.
 
Embora a quantidade de imunizações do Ministério da Saúde seja vista de forma positiva pela comunidade médica, aos olhos dos pais elas parecem desnecessárias – ainda mais para doenças que eles consideram leves ou “normais” que as crianças adquiram. “No caso específico do rotavírus, muitos pais argumentavam que eles se sentiam tranquilos para tratar um quadro de diarreia no filho. Eles não viam sentido em dar a vacina. Uma coisa é proteger contra meningite, outra é contra catapora, gripe e rotavírus, na visão desses pais”, reforça Carolina.
 
Outro questionamento comum dos pais é por que vacinar contra a hepatite B, já que a doença é transmitida por sangue ou relação sexual. “Essa criança só teria risco de infecção quando fosse mais velha, mas a visão do governo é diferente. Como não há garantias que toda mulher grávida no país passou pelo pré-natal, a vacina entra no programa logo ao nascimento”, explica a médica, que lembra que o exemplo cabe a outras vacinas também, como a poliomielite.
 
Debate
 
Discutir e criticar os efeitos colaterais e a necessidade das vacinas é justo e válido na opinião de Carolina. Entretanto, os pais contrários à imunização não têm um espaço franco para diálogo. “Se ela diz ao médico pediatra que não vai vacinar, ele apenas critica aquela mãe ou pai. Eles, então, se apoiam em grupos nas redes sociais e na internet, e acham argumentos ou visões errôneas sobre as vacinas. Mas não é por culpa deles. As classes médicas não dão espaço a essa interlocução”, salienta a médica.
 
“Eles [pais] acham que quem deve decidir o que é melhor para o filho são os pais, não o estado. Isso me chamou a atenção porque eles não veem a função coletiva das vacinas. Todos dizem ‘eu vacino ou eu não vacino porque é o melhor ao meu filho’, não pensam o todo” – Carolina Luisa Alves Barbieri, médica pesquisadora.
 
Fonte: Gazeta do Povo

ASSIM COMO AÉREAS, EMPRESAS DE ÔNIBUS JÁ PODEM OFERECER PACOTES PROMOCIONAIS

As empresas de transporte terrestre não precisam mais pedir autorização da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para realizar promoções de passagens. A regra, que também é válida para viagens internacionais e semiurbanas, foi publicada no Diário Oficial da União no início de agosto e já está em vigor. 
 
Além disso, as empresas poderão conceder descontos em trecho específicos de linhas “grandes”. Conforme a norma antiga, numa linha entre Curitiba e Florianópolis com parada em Joinville, só era possível oferecer desconto para toda a linha. Agora, a viações poderão vender o trecho entre Curitiba e Joinville a um preço mais baixo sem mexer no da linha inteira, por exemplo.
 
Para a ANTT, a mudança representa mais autonomia e agilidade para o mercado, o que tende a aumentar a competitividade e beneficiar o passageiro. A ideia é que o transporte terrestre funcione de forma similar ao aéreo, com oferta de promoções conforme a demanda e a estratégia comercial de cada companhia.
 
As empresas concordam: “A nova norma vai facilitar o processo de desconto e vai dar mais agilidade para as empresas. Vai desburocratizar a concessão de descontos”, diz o gerente jurídico da Reunidas, Vinícius Marins. Ele acredita ainda que a novidade pode ser ainda mais vantajosa para passageiros de linhas com menor demanda ou maior concorrência, já que a tendência é de redução ou “briga” de preços nesses casos.
 
Condições
 
Para oferecer descontos, as empresas de ônibus devem publicar todas as regras da promoção por escrito, incluindo linha, horário, número de lugares ofertados com preço promocional e condições para troca de bilhetes. Ao comprar passagens promocionais, os usuários devem lembrar que uma remarcação pode acarretar em gastos extras para completar o preço da passagem no novo dia ou horário.
 
Se os passageiros acreditarem que uma empresa está descumprindo a norma, devem entrar em contato com a Ouvidoria ANTT, pelo telefone 166 ou pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.. A agência afirma que vai poderá vetar ou suspender promoções caso identifique indícios da prática de concorrência predatória ou outras infrações.
 
O Viver Bem entrou com a Princesa dos Campos, Itapemerim e Viação Catarinense para comentar a nova norma, mas as empresas não retornaram até a publicação da matéria.
 
Fonte: Gazeta do Povo

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