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COMO SE PREPARAR PARA VENDER MAIS PARA O NATAL

O mercado está otimista com as vendas para o Natal. Lojas e vendedores ansiosos aguardando, shoppings centers já estão com os enfeites montados para atrair clientes na pré-venda. Os consumidores ainda tímidos aguardando receber o décimo terceiro ou alguns, a Black Friday. Isso mesmo, as campanhas de vendas para o Natal de muitas lojas ainda não começaram para não gerar conflitos com a Black Friday que será no dia 24 de novembro (data internacional). Suspense e decisões estratégicas difíceis para serem tomadas, mas necessárias para o sucesso das vendas.
 
O que fazer ou o que não fazer?
 
Já preparar a loja para o Natal ou aguardar passar a Black Friday?
 
Independente da decisão é importante ter um planejamento de marketing e vendas definido e com a equipe motivada e preparada. É uma época onde muitas redes e até pequenos comércios investem em treinamentos de vendas para motivar a equipe e os vendedores temporários – o risco de não ter um time preparado é grande, o resultado pode ser abaixo do esperado. Para Fábio Nardella empresário na cidade de São Paulo – sócio em uma escola de música, investir em treinamento de vendas nesta época é economizar com um evento para vender mais na Black Friday e para o Natal. “As empresas perdem oportunidades e culpam a crise econômica e política. Muitas vezes esquecem que é preciso investir para ter retorno, a época auge já passou e agora é preciso trabalhar com profissionalismo.”
 
04 dicas poderosas para Vender Mais:
 
1º Exposição dos Produtos
 
O ambiente da loja e a exposição dos produtos são fatores importantes para atrair clientes. Primeiro compramos com os olhos! Destacar produtos âncoras com condições especiais para atrair clientes é um diferencial competitivo. As grandes redes de supermercados sabem fazer a exposição dos produtos com excelência, compramos produtos que não precisamos por encontra-los de forma atrativa: na altura certa e com as condições que queremos. E ainda, no caixa, tem as revistas, chocolates e etc que também não precisamos, mas pela facilidade compramos – com os olhos. Os seus produtos expostos geram desejo de compra? Independente se você vende produtos ou serviços, lembre-se que para tudo é preciso ter uma embalagem que vende.
 
2º Prepare o seu Time
 
Funcionários desmotivados, despreparados são perigosos. Desvendem! Muitas empresas contratam funcionários temporários, aumentam a carga horária dos funcionários já treinados, mudam os horários e etc. Estas pequenas ações, necessárias, podem desmotivar os melhores vendedores e motivar os despreparados. Imagine como será resultado!! Dá medo? Espero que sim!
 
3º Prospecção
 
Muitas empresas esquecem da importância da prospecção para vender mais na Black Friday e para o Natal. Enviar e-mail, mensagem via WhatsApp ou telefonar para lembrar os clientes das promoções, condições especiais de parcelamento e produtos diferenciados despertam o interesse pela compra. Lembre-se que os clientes já conhecem e confiam na sua loja, só precisam de um incentivo para antecipar as compras de Natal. Gere confiança e ação para comprarem com você!
 
4º Como aumentar o ticket médio por compra
 
O Vendedor Coach não vende, ajuda o cliente a comprar o que deseja e precisa. Se precisamos ajudar os nossos clientes, precisamos também ajuda-los a lembrar quem irá ganhar presente este ano. Uma dica poderosa é ter um bloco de anotações e uma caneta e durante o atendimento, bate papo informal, com o cliente, descobrir para quem ele está pensando em comprar presentes. De preferencia, descubra os nomes e anote tudo na sua lista.
 
Fonte: Administradores

ESTES ITENS DA REFORMA TRABALHISTA VÃO RENDER BATALHAS NA JUSTIÇA

A partir de amanhã entram em vigor novas regras trabalhistas. A polêmica está no ar e volume maior de reclamações poderá pairar sobre a já assoberbada Justiça do Trabalho?
 
José Carlos Wahle, sócio e coordenador nacional da área de Direito do Trabalho do Veirano Advogados, não acredita em aumento imediato de ações. “O que movimenta a Justiça do Trabalho são as demissões e não alteração da lei. Isso ocorre porque, embora seja possível entrar com ação durante a vigência do contrato, 99,9% das pessoas só acionam a Justiça depois que o contrato de trabalho acaba”, diz.
 
É, portanto, a crise e o consequente aumento no número de demissões que mais respondem pelo acúmulo recente de trabalho para juízes da esfera trabalhista. Na avaliação do especialista, o que pode ocorrer é que novos temas  entrem na lista de reclamações. “A mudança na lei pode aumentar as opções de contenciosos”, diz.
 
Confira abaixo, alguns pontos que podem entrar para o “cardápio” de reclamações trabalhistas:
 
Contratos já firmados e que repetem a lei anterior na sua redação
 
A primeira polêmica é a respeito da validade da reforma. “Há discussão sobre a norma ter efeito diferente sobre novos contratos e antigos”, diz Wahle.
 
É fato que normas de direito do trabalho se aplicam a todos os negócios jurídicos, mas o que pode acontecer é que, para contratos de trabalho em que a redação repete a lei antiga, haja a reclamação de que não pode mudar.
 
“Haverá casos em que há no contrato previsões diferentes da nova lei (quando forem mais benéficas ao trabalhador), nesse caso pode ser considerado um direito adquirido”, explica o advogado.
 
Prêmio e abonos não incorporados ao salário
 
Artigo da reforma trabalhista exclui prêmios e bônus da remuneração do funcionário, ou seja, não serão incorporados ao salário. Assim, essas verbas não vão entrar no cálculo de qualquer encargo trabalhista e previdenciário.
 
Antes da reforma, premiações e bônus eram incorporados ao salário quando havia continuidade no recebimento. Agora, pelas novas regras, se todo ano a empresa dá bônus para quem bate meta de produtividade, essa verba – que antes entrava no cálculo do pagamento sobre férias, 13º, INSS, FGTS, descanso semanal remunerado (DSR) –  deixará de ter o chamado reflexo na folha de pagamento.
 
Enquanto a redação antiga da CLT previa expressamente que a gratificação integrava o salário, o novo dispositivo exclui essa previsão, conforme também explicou o advogado Marcelo Mascaro Nascimento, sócio do escritório Mascaro Nascimento Advocacia Trabalhista.
 
Esse é o ponto que primeiro deve chegar à Justiça, na opinião de Wahle, porque, diferentemente de grande parte das alterações, não depende de acordo entre empresa e empregado ou entre empresa e sindicato.
 
Como não depende de acordo, as empresas que decidirem poderão espontaneamente deixar de levar em conta essas verbas na hora de calcular o valor dos encargos.
 
“Isso vem sendo criticado por especialistas e tem dois pontos de vista. Tem o ângulo trabalhista e o tributário, já que o INSS, por exemplo, quem arrecada é a Receita Federal. “É o primeiro item a ficar ‘ maduro’ para um contencioso”, diz Wahle.
 
Horas extras e banco de horas
 
As horas extras já são o item mais reclamado em ações trabalhistas, segundo o especialista, e as novas cláusulas sobre o tema devem continuar rendendo brigas judiciais.
 
O banco de horas, que antes da reforma só podia ser criado com acordo envolvendo sindicato (por meio de acordo ou convenção coletivos), agora pode ser fruto de negociação individual.
 
A compensação das folgas do banco – que devia ser feita em até um ano pela lei anterior – agora deve ser quitada em seis meses.
 
Se o prazo para quitar folgas do banco de horas ficou menor, o período de compensação de horas extras (quando o funcionário faz a jornada semanal de 44 horas trabalhando de segunda a sexta-feira e assim não trabalha sábado) foi ampliado de uma semana para um mês.
 
Regras que podem ser consideradas inconstitucionais
 
“Existe a controvérsia sobre a entrada em vigor de alguns aspectos da reforma”, diz Wahle.  O advogado Marcelo Mascaro, na sua coluna semanal sobre legislação trabalhista em EXAME.com, também afirma que magistrados têm questionado algumas mudanças as quais consideram inconstitucionais.
 
Segundo Mascaro, a liberação da jornada de 12 horas – a chamada 12×36 que antes da reforma dependia de acordo coletivo para ser implementada –  está entre os temas que correntes jurídicas afirmam ser inconstitucional.
 
Limitação do valor da indenização por dano moral, fixação de jornada superior a oito horas em atividades insalubres, o trabalho da gestante e lactante em atividade insalubre também são matérias questionadas, de acordo com Mascaro.
 
Trabalho intermitente X trabalho parcial
 
Segundo Mascaro, também há questionamento de que a nova modalidade de trabalho possa ferir a Constituição. Mas na opinião de Wahle, o mau uso do trabalho intermitente é que deve gerar mais reclamações trabalhistas.
 
Recentemente, o anúncio de vaga que antecipava a reforma e oferecia salário de 4,45 reais por 5 horas de trabalho aos sábados e domingos em redes de fast-food viralizou como exemplo de trabalho intermitente, uma nova categoria de trabalho.
 
“Mas não é trabalho intermitente. Quando o funcionário trabalha só aos fins de semana é trabalho parcial”, garante Wahle.
 
Ele explica que o trabalho intermitente não pode ser usado para todos os casos. “Pode ser usado por empresa que tem aumento de demanda pontual, que depende da clientela e trabalha com atividades contratadas por projeto”, explica.  Setores de informática, comunicação e de manutenção são exemplos de áreas que poderão contratar dessa maneira.
 
No trabalho intermitente não há carga horária fixa,  o empregador convoca o empregado com três dias de antecedência do início do trabalho e ele pode recusar ou aceitar. Se não responder presume-se que recusou. Se aceitar e faltar vai pagar uma multa de metade do que iria receber pelo trabalho.
 
No caso da rede de fast-food, a vaga era oferecida para trabalhar em dias pré-determinados em que sempre há aumento de demanda, ou seja, não é um caso pontual. Por isso é uma modalidade de trabalho parcial, categoria que já existia antes da reforma.
 
O que muda a partir de amanhã, em relação ao trabalho parcial, é o limite da jornada semanal que passou de 25 horas (sem possibilidade de fazer horas extras) para 30 horas (sem possibilidade de fazer horas extras) ou 26 horas, podendo fazer horas extras.
 
Os trabalhadores em tempo parcial passam a ter direito a férias iguais às dos trabalhadores em tempo integral. Pela lei anterior, o período de férias poderia variar entre 8 e 18 dias, dependendo da carga horária.
 
Trabalho autônomo
 
Com a reforma, um autônomo que preste serviço com exclusividade e continuamente para uma empresa não será considerado como empregado, desde que seja feito um contrato de trabalho formal.
 
“Talvez esse tema tenha disputas judiciais por conta do mau uso, o mesmo que pode ocorrer com o trabalho intermitente”, diz Wahle.
 
Se uma empresa contratar um trabalhador como autônomo mas exigir que ele cumpra horário, exigir que obedeça a um chefe e controlar seu tempo à disposição estará cometendo fraude.
 
“ O ponto central que diferencia o autônomo do empregado é que o empregado obedece a ordens administrativas e o autônomo cumpre diretrizes de negócios”, diz.
 
Terceirização
 
Apesar de já ter sido aprovada uma lei sobre o tema, a reforma também trata da terceirização. “Amplia a possibilidade de terceirização para todas as atividades da empresa”, explica Wahle.
 
O especialista diz que correntes de estudiosos do Direito divergem sobre essa questão. “Uma diz que o novo artigo libera completamente e há outra corrente que defende que a Súmula 331 do Tribunal Superior do Trabalho, que não autoriza terceirização da atividade principal das empresas, continua em vigor. A força da Súmula é por tradição jurídica dos tribunais. Mas numa análise fria a lei prevalece”, diz.
 
Na interpretação do especialista, a empresa pode terceirizar uma atividade meio ou fim desde que seja contratada uma fornecedora de serviço mais especializada do que ela. Uma empresa,  por exemplo, subcontrata outra mais especializada do que ela para fabricar os componentes do produto que ela projeta e desenvolve, como ocorre na indústria automotiva e na eletroeletrônica. Novamente, ele afirma: é o mau uso que pode gerar processos.
 
Fonte: Exame.com

NUTRICIONISTA INDICA COMO REDUZIR O CONSUMO DE AGROTÓXICOS

Por conta de seu valor mais elevado, os alimentos orgânicos, livres de pesticidas, não são opção viável para todo mundo. Por outro lado, o consumo de frutas, verduras e legumes com excesso de pesticidas pode representar diversos riscos à saúde, muitos ainda de dimensões desconhecidas.
 
O que talvez não seja de conhecimento de todos é que atitudes simples podem ajudar a reduzir o excesso dessas substâncias químicas nos alimentos.  Confira algumas dicas da nutricionista Livia Hasegawa:
 
Lave em água corrente com esponja e detergente neutro
 
Lavar os alimentos em água corrente ajuda a diminuir o excesso de resíduo que está na superfície. No entanto, é preciso frisar, que não é possível eliminá-lo completamente, pois, segundo a Anvisa, alguns produtos têm a capacidade de penetrar no interior de folhas e polpas.
 
Opte pelos alimentos de produtores locais
 
Os alimentos que vêm de outras regiões e percorrem distâncias muito longas normalmente são pulverizados pós-colheita e por isso possuem mais resíduos de agrotóxicos.
 
Escolha alimentos da estação
 
Esses alimentos tendem a receber uma carga menor de agrotóxico e, além disso, quando colhidos na época certa são mais baratos.
 
Retire a casca dos alimentos
 
Essa parte é a que mais recebe e concentra os agrotóxicos, portanto, se o consumo das cascas não for necessário, evite.  Com relação aos maços de verduras, retire as folhas externas pois elas concentram maior quantidade de agrotóxico.
 
Fonte: Catraca Livre

COMO CALCULAR O PAGAMENTO DO 13º SALÁRIO

Pode comemorar: chegou a hora de receber a grana extra do 13º salário. Como todo ano, o pagamento será realizado em duas parcelas: a primeira, até 30 de novembro, e a segunda, até 20 de dezembro. 
 
Por enquanto, a reforma trabalhista ainda não traz mudanças que impactam no pagamento do 13º salário nos formatos de contratação que já existem, como explica a contadora Dilma Rodrigues, sócia-diretora da Attend Assessoria, Consultoria e Auditoria.
 
“A  reforma traz uma nova modalidade de contratação chamada de intermitente. Tudo indica que a regra de cálculo de décimo terceiro para esse formato será igual a de um funcionário horista, mas precisamos acompanhar como ficará na prática”,  explica a contadora. 
 
Reforma trabalhista à parte, o que você precisa saber agora é que, se trabalhou o ano todo na empresa, receberá um salário inteiro a mais – mas, na prática, as parcelas não são iguais. Tem dúvidas de quanto receberá para se planejar? A seguir, EXAME.com explica exatamente qual será o valor pago em cada data. 
 
Na primeira parcela, até 30 de novembro, você recebe um valor equivalente à metade do salário atual, sem descontos de impostos e benefícios. A primeira parcela sempre equivale à metade do último salário recebido, e não à média do salário no ano.
 
Assim, se o seu salário aumentou durante o ano, o cálculo será feito com base no último salário, o mais alto. Caso você já tenha recebido uma parte do 13º salário adiantado, receberá só a segunda parcela.
 
Na segunda parcela, até 20 de dezembro, você recebe um valor equivalente ao salário de novembro, descontando Imposto de Renda e INSS sobre esse salário inteiro, menos o valor da primeira parcela que você já recebeu. Ou seja, o valor da segunda parcela será menor que o da primeira.
 
Os descontos de INSS e Imposto de Renda variam conforme o seu salário. 
 
Se você paga pensão alimentícia, ela também é descontada na segunda parcela do seu 13º salário. Trabalhadoras afastados por licença maternidade recebem o 13º salário normalmente.
 
Quem se afastou por auxílio-doença ou acidente de trabalho também recebe o 13º salário, porém, os meses correspondentes ao afastamento são pagos pela Previdência Social e os demais meses, pela empresa.
 
Horas extras, adicional noturno e comissões
 
Se você recebeu horas extras, adicional noturno ou comissões ao longo do ano, o seu 13º salário terá um acréscimo proporcional, normalmente recebido na segunda parcela.
 
Para calcular horas extras ou adicional noturno, some todas as horas feitas, divida pelo número de meses trabalhados até novembro e multiplique esse valor pelo custo da hora extra ou do adicional noturno. O mês de novembro entra na conta, e as horas proporcionais às trabalhadas em dezembro devem ser pagas em janeiro.
 
Para calcular as comissões, some todas as recebidas ao longo de 2017, divida pelo número de meses trabalhados até novembro e adicione o valor ao décimo terceiro. O mês de novembro entra na conta, e as comissões de dezembro devem ser pagas em janeiro.
 
E quem não trabalhou o ano inteiro na empresa?
 
Se você foi contratado no meio do ano, o 13º salário será menor, proporcional ao número de meses trabalhados. Para calcular a primeira parcela, recebida até 30 de novembro, divida o seu salário por 12 e multiplique o resultado pelo número de meses em que trabalhou, incluindo até novembro.
 
Se você trabalhou menos do que 15 dias no mês que entrou na empresa, esse mês não entra na conta. A primeira parcela será equivalente à metade desse valor, sem descontos.
 
Para calcular a segunda parcela, até 20 de dezembro, divida o valor do salário de novembro por 12 e multiplique o resultado pelos meses trabalhados até dezembro. Em seguida, basta descontar desse valor o INSS, o Imposto de Renda e a pensão alimentícia, se for o caso. Por último, subtraia o valor da primeira parcela já recebida.
 
Fonte: Exame.com

8 DICAS PARA QUEM VIVE CANSADO TER ENERGIA

Pode parecer absurdo dormir e mesmo assim acordar com sintomas de exaustão, estafa e fadiga, mas isso é muito mais comum do que se imagina. De acordo com o médico psiquiatra ortomolecular Dr. Cryro Masci, autor do livro “Biostress – Novos Caminhos para o Equilíbrio e a Saúde”, esse estado, chamado de síndrome do cansaço prolongado, acomete 10 em cada 100 pessoas.
 
Ao perceber o problema, a primeira ação a se tomar é procurar um médico para descartar qualquer doença mais grave. “Uma simples anemia, por exemplo, problemas na tireoide, diabetes e algumas doenças do coração podem produzir tais reações orgânicas. É preciso ter certeza de que não há uma doença quietinha lá dentro roubando sua energia”, explica o médico.
 
Esse quadro de fadiga prolongada também pode estar ligado à desnutrição celular, também chamada de fome oculta. Isso ocorre quando faltam nutrientes, minerais, vitaminas e ácidos graxos nas células.
 
Para superar essa defasagem nutricional, o Dr. Cyro Masci aconselha a realizar exames médicos que apontam quais substâncias precisam ser suplementadas no organismo. “Vitaminas como a D e outros nutrientes precisam ser mensurados para checar se o corpo não está com fome oculta. Com o resultado, o profissional indica suplementos e complementos alimentares.  Eles repõem o que está faltando e ajudam o corpo a voltar a ter um equilíbrio natural“, comenta o médico.
 
Descartando esses problemas mais sérios, existem algumas medidas que ajudam a restaurar os níveis de energia e ter mais disposição ao longo do dia. Confira:
 
Inclua exercícios na rotina:
 
Parece uma equação sem lógica, mas mesmo que o corpo se sinta cansado demais para se exercitar, fazer exercícios regulares vai ajudar a diminuir o cansaço no longo prazo. E não precisa ser nada vigoroso demais, uma caminhada de 15 minutos já contribui com a disposição.
 
Um estudo recente realizado por pesquisadores da Universidade da Georgia concluiu que exercícios leves e de curta duração, de cerca de 10 minutos, já ajudam as pessoas a sentirem com mais energia.
 
Reduza o estresse:
 
O estresse usa muita energia, por isso tentar amenizá-lo poderá restabelecer o vigor. Incluir atividades relaxantes na rotina, como ouvir música, ler ou passar um tempo com amigos já trará bons resultados.
 
Modere no consumo de álcool à noite:
 
Apesar de ter um efeito sedativo inicial, o álcool interfere na qualidade do sono. Isso porque, de acordo com um estudo feito pelo London Sleep Centre, ele altera os ciclos do sono e não permite chegar à etapa em que ocorrem os sonhos. Resultado: a pessoa dorme menos e acorda mais cansada.
 
Tenha uma alimentação equilibrada:
 
Certos alimentos, como frutas, verduras, legumes, grãos e sementes, fornecem vitaminas e proteínas que ajudam a dar energia ao corpo. Por isso ter uma dieta diversificada é um ponto importante para o bem-estar.
 
Tenha horários regulares
 
Ter horários fixos para realizar tarefas e manter uma rotina de sono regular também é de extrema importância porque ajuda o corpo a se organizar e ter mais energia no dia seguinte.
 
Mantenha-se hidratado
 
Falta de água é uma das razões que faz com que muitas pessoas se sintam cansadas o tempo todo.  Muitos estudos já mostraram que a desidratação causa fadiga e sonolência durante as atividades diárias.
 
Diminua o excesso de atividade mental
 
Antes de ir para a cama, o ideal é deixar de lado aparelhos como smartphones, computadores e televisão, pois o excesso de atividade mental pode atrapalhar a qualidade do sono.  O recomendável é adotar atividades que relaxem a mente e o corpo. Exercícios de alongamento e meditação costumam ajudar.
 
Invista em uma boa noite
 
Não dormir bem é umas das causas mais óbvias de fadiga. Por isso é tão importante ter um sono ininterrupto para que o cérebro consiga percorrer todos os estágios de cada ciclo de sono e estar mais disposto no dia seguinte.  Para isso, procure deixar seu quarto mais escuro e confortável possível.
 
Fonte: Catraca Livre

8 DICAS PARA QUEM VIVE CANSADO TER MAIS ENERGIA

Pode parecer absurdo dormir e mesmo assim acordar com sintomas de exaustão, estafa e fadiga, mas isso é muito mais comum do que se imagina. De acordo com o médico psiquiatra ortomolecular Dr. Cryro Masci, autor do livro “Biostress – Novos Caminhos para o Equilíbrio e a Saúde”, esse estado, chamado de síndrome do cansaço prolongado, acomete 10 em cada 100 pessoas.
 
Ao perceber o problema, a primeira ação a se tomar é procurar um médico para descartar qualquer doença mais grave. “Uma simples anemia, por exemplo, problemas na tireoide, diabetes e algumas doenças do coração podem produzir tais reações orgânicas. É preciso ter certeza de que não há uma doença quietinha lá dentro roubando sua energia”, explica o médico.
 
Esse quadro de fadiga prolongada também pode estar ligado à desnutrição celular, também chamada de fome oculta. Isso ocorre quando faltam nutrientes, minerais, vitaminas e ácidos graxos nas células.
 
Para superar essa defasagem nutricional, o Dr. Cyro Masci aconselha a realizar exames médicos que apontam quais substâncias precisam ser suplementadas no organismo. “Vitaminas como a D e outros nutrientes precisam ser mensurados para checar se o corpo não está com fome oculta. Com o resultado, o profissional indica suplementos e complementos alimentares.  Eles repõem o que está faltando e ajudam o corpo a voltar a ter um equilíbrio natural“, comenta o médico.
 
Descartando esses problemas mais sérios, existem algumas medidas que ajudam a restaurar os níveis de energia e ter mais disposição ao longo do dia. Confira:
 
Inclua exercícios na rotina:
 
Parece uma equação sem lógica, mas mesmo que o corpo se sinta cansado demais para se exercitar, fazer exercícios regulares vai ajudar a diminuir o cansaço no longo prazo. E não precisa ser nada vigoroso demais, uma caminhada de 15 minutos já contribui com a disposição.
 
Um estudo recente realizado por pesquisadores da Universidade da Georgia concluiu que exercícios leves e de curta duração, de cerca de 10 minutos, já ajudam as pessoas a sentirem com mais energia.
 
Reduza o estresse:
 
O estresse usa muita energia, por isso tentar amenizá-lo poderá restabelecer o vigor. Incluir atividades relaxantes na rotina, como ouvir música, ler ou passar um tempo com amigos já trará bons resultados.
 
Modere no consumo de álcool à noite:
 
Apesar de ter um efeito sedativo inicial, o álcool interfere na qualidade do sono. Isso porque, de acordo com um estudo feito pelo London Sleep Centre, ele altera os ciclos do sono e não permite chegar à etapa em que ocorrem os sonhos. Resultado: a pessoa dorme menos e acorda mais cansada.
 
Tenha uma alimentação equilibrada:
 
Certos alimentos, como frutas, verduras, legumes, grãos e sementes, fornecem vitaminas e proteínas que ajudam a dar energia ao corpo. Por isso ter uma dieta diversificada é um ponto importante para o bem-estar.
 
Tenha horários regulares
 
Ter horários fixos para realizar tarefas e manter uma rotina de sono regular também é de extrema importância porque ajuda o corpo a se organizar e ter mais energia no dia seguinte.
 
Mantenha-se hidratado
 
Falta de água é uma das razões que faz com que muitas pessoas se sintam cansadas o tempo todo.  Muitos estudos já mostraram que a desidratação causa fadiga e sonolência durante as atividades diárias.
 
Diminua o excesso de atividade mental
 
Antes de ir para a cama, o ideal é deixar de lado aparelhos como smartphones, computadores e televisão, pois o excesso de atividade mental pode atrapalhar a qualidade do sono.  O recomendável é adotar atividades que relaxem a mente e o corpo. Exercícios de alongamento e meditação costumam ajudar.
 
Invista em uma boa noite
 
Não dormir bem é umas das causas mais óbvias de fadiga. Por isso é tão importante ter um sono ininterrupto para que o cérebro consiga percorrer todos os estágios de cada ciclo de sono e estar mais disposto no dia seguinte.  Para isso, procure deixar seu quarto mais escuro e confortável possível.
 
Fonte: Catraca Livre

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