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6 DICAS ESSENCIAIS PARA QUEM SONHA ESTUDAR NO EXTERIOR

Estudar fora do país é o sonho de muitos jovens. Se você é um deles, confira as dicas do blog Novos Alunos, do SEB (Sistema Educacional Brasileiro), e saiba como proceder em relação à burocracia e aos custos envolvidos para entrar em uma faculdade no exterior.
 
1. Planejamento financeiro
 
Independente do destino é importante saber que as universidades lá fora custam caro. Há possibilidades também de conseguir bolsas de estudo. Caso contrário, será necessário projetar diferentes cenários e traçar uma estratégia.
 
Você pode optar por aplicar um montante X em ações e obter altos rendimentos ou poupar um pouco todo mês até juntar a quantia certa. Em ambos os casos, é preciso começar a economizar cedo.
 
Outra opção é pegar um empréstimo com seu banco ou com a instituição conveniada à universidade. Geralmente, os juros dessas operações são baixos e você terá bastante tempo para quitá-las.
 
2. Dominar o idioma
 
Para que uma graduação no exterior seja viável, é necessário ser proficiente na língua em que as aulas serão ministradas. Se o país escolhido for a Inglaterra, por exemplo, é preciso ter um nível fluente de inglês.
 
Investir em um curso de idiomas é essencial. Se você não cresceu em contato com outras línguas (muitas escolas oferecem ensino bilíngue na modalidade infantil), há diversos canais no YouTube para que você possa impulsionar o aprendizado sem gastar muito.
 
3. Informe-se sobre os critérios de admissão
 
Cada universidade tem um processo de seleção único, geralmente baseado na legislação que regula a educação no país. Em algumas delas, é preciso apresentar um pré-projeto, em outras o estudante deve passar em testes de aptidão e apresentar cartas de recomendação. Você e seu filho precisam fazer disso um projeto e descobrir o que é necessário para ser admitido.
 
Em termos de burocracia, por exemplo, é preciso descobrir quais documentos precisam ser traduzidos, quais são os prazos etc. Pesquise o site da universidade, leia feedbacks de ex-alunos, entre em contato com o departamento do curso e tire suas dúvidas. Enfim, é preciso assumir uma postura proativa e buscar o máximo de informações.   
 
Um critério padrão para estudantes estrangeiros é obter uma pontuação mínima em um teste de proficiência no idioma local. Para os países de língua inglesa, por exemplo, há uma variedade desses exames (TOEIC, TOEFL, IELTS etc.), então é preciso saber qual deles é aceito pela universidade pretendida.
 
Obter um resultado satisfatório em qualquer um desses testes é um grande desafio, então seu filho precisa estar comprometido e se dedicar a alcançar esse objetivo.
 
4. Prepare-se para lidar com a burocracia      
 
Não se engane, a burocracia existe em qualquer lugar. Para não ser pego desprevenido e perder prazos por conta dela, informar-se é muito importante.
 
É preciso providenciar traduções juramentadas de documentos, comprovar renda, autenticar histórico escolar e conseguir cartas de referência (algo que não é tão comum aqui no Brasil). Caso seu filho não seja cidadão do país destino, é necessário também providenciar os detalhes para a emissão do visto de estudante.
 
Esses detalhes incluem uma autenticação que só a universidade pode emitir (na Inglaterra, por exemplo, essa autenticação é chamada de CAS – Confirmation of Acceptance for Study). Dependendo do país, é preciso solicitar o visto aqui no Brasil e apresentar uma vasta documentação para embasar seu requerimento.
 
E não se esqueça de que o ano letivo em muitas regiões do globo tem início nos meses de Agosto/Setembro, então é preciso providenciar os documentos com o máximo de antecedência.
 
5. Considere contratar uma agência de intercâmbio 
 
Uma opção que vai ajudá-lo na hora de solicitar o visto é contratar os serviços de uma agência de intercâmbio. Essas empresas são especializadas em facilitar os processos de agendamento com as embaixadas, providenciando suporte e aconselhamento (inclusive agendando as entrevistas).
 
Se seu filho quiser morar com uma host family, o acompanhamento e as dinâmicas que eles oferecem são especialmente válidos. Ficar imerso em outra cultura, em outro idioma e longe da família podem ser grandes obstáculos. Então do ponto de vista psicológico é interessante contar com a expertise de quem já vivenciou esse momento e lida com ele diariamente.
 
Além disso, essas agências providenciam uma lista de todos os documentos necessários para ter sua solicitação de visto aceita no menor tempo possível.
 
6. Prepare-se para os trâmites de validação do diploma 
 
Uma vez que seu filho conquistou um diploma lá fora, chegou a hora de validá-lo aqui no Brasil. Saiba desde já que o processo de reconhecimento de títulos é regulamentado pelo Ministério da Educação (MEC) e costuma levar algum tempo (no mínimo seis meses).
 
Em geral, apenas universidades federais podem fazer esse reconhecimento. E é bom estar preparado, pois a legislação muda com frequência e a lista de documentos necessários também.
 
Fonte: Novos Alunos

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