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PEQUENAS CORREÇÕES OU MUDANÇA COMPLETA. QUANDO É POSSÍVEL MUDAR DE NOME?

Talvez você passe por um arrependimento agora. Todo brasileiro pode, aos 18 anos, e somente com essa idade, pedir alteração de seu nome sem dar maiores explicações sobre o motivo, com o auxílio de um advogado. A permissão está no artigo 57 da Lei 6.015/1973 que determina as principais regras de identificação no Brasil. Essa é uma das maneiras menos burocráticas para conseguir a alteração, ainda que seja necessária a contratação de um advogado.
 
Então, quem tiver o nome composto e não gostar do segundo nome, pode suprimi-lo aos 18 anos. Essa também é a oportunidade na vida para até trocar primeiro nome, caso não agrade ou incomode. Mas se você já passou dessa idade e se incomoda com seu nome ou com uma parte do seu nome composto, a menos que isso traga algum constrangimento, é melhor se acostumar.
 
As alterações de grafia também ocorrem de forma mais ágil e não precisam passar por processo judicial desde 2009. A solicitação correção de nome ou sobrenome deve ser feita no cartório onde foi feito o registro de nascimento e é preciso levar documentos que comprovem o erro, como documentos de parentes para comprovar o equívoco de digitação. Após receber o pedido, o cartório irá comunicar o Ministério Público do estado, e não havendo restrições por parte da Receita Federal e da Polícia Civil, será emitida uma autorização. O prazo para o procedimento varia de comarca para comarca. Na região de Curitiba o prazo vai de 60 a 90 dias, na experiência do o diretor de Registro Civil da Associação dos Notários e Registradores do Estado do Paraná (Anoreg/PR), Ricardo Leão. Após a decisão do MPE, o cartório tem até 48 horas para a emissão do novo documento. 
 
Cidadania 
 
De acordo com Leão, os pedidos de alteração de grafia são mais comuns nos casos de pedido de cidadania europeia, em que a solicitação é feita para que o registro seja o mesmo do parente com o qual se quer reconhecer formalmente a ligação. Para alguns destes casos, uma dica do diretor é que os pais estejam bastante atentos à grafia dos sobrenomes maternos para evitar a necessidade de mudanças futuras. No entanto, nem todos os casos podem ser resolvidos dessa maneira e em muitos deles é preciso pedir o reconhecimento por via judicial. 
 
Via Judicial 
 
A Lei 6.015/73 prevê a alteração do nome em casos de exposição ao ridículo, apelidos notórios, adoção, nomes homônimos e proteção a vítimas e testemunhas. Nos casos de adoção, a alteração pode ser feita também no nome, e não apenas no sobrenome, garantida pelo Código Civil. Para os nomes idênticos, a pessoa deve requerer na Justiça a alteração. O incômodo pode ocorrer em situações em que, por exemplo, se alguém com nome igual seu se tornar famoso por ser condenado por um crime. 
 
Assim como nas solicitações ao Ministério Público, após a decisão judicial os cartórios têm até 48 horas para a emissão do novo documento. Mas o advogado e professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) Gustavo Tepedino avisa que o processo judicial é lento. Para os casos de constrangimento, ele recomenda que estejam bem documentados. Tepedino cita um caso que se tornou exemplo nesse tipo de decisão, o de uma mulher que gostaria de incluir o apelido pelo qual era conhecida, mas o pedido não foi aceito pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ). O ganho de causa veio apenas no Supremo Tribunal de Justiça (STJ). “Se a [apresentadora] Xuxa e o [ex-presidente] Lula puderam incluir seus apelidos por que ela não poderia?”, comenta o professor. 
 
Conheça a lei: 
 
Lei 6.015/1973  
 
Art. 57. O interessado, no primeiro ano após ter atingido a maioridade civil, poderá, pessoalmente ou por procurador bastante, alterar o nome, desde que não prejudique os apelidos de família, averbando-se a alteração que será publicada pela imprensa.
 
Fonte: Gazeta do Povo

RECURSO PERMITE ASSISTIR VÍDEOS DO YOUTUBE DENTRO DO WHATSAPP

Com intuito de fazer usuários permanecerem ainda mais tempo usando o WhatsApp, o aplicativo trará, em uma versão futura, a possibilidade de assistir a vídeos do YouTube sem precisar sair da tela de mensagens. O recurso ainda está em fase de testes e, quando chegar ao usuário final, deve ficar restrito a iPhones, em um primeiro momento. 
 
O blog WABetaInfo foi o primeiro a notar a novidade. O blog percebeu que o WhatsApp está testando o recurso na versão 2.17.40 para iOS. Essa versão está  disponível apenas entre desenvolvedores.
 
Conforme mostra o site, vídeos enviados em conversas na plataforma podem ser reproduzidos em janelas flutuantes – da mesma forma que aparecem no app do próprio YouTube quando o usuário quer navegar pelo aplicativo enquanto assiste a algum vídeo concomitantemente. Essa janela poderá ser manipulada, mudando de tamanho e de lugar na tela.
 
Para quem prefere não misturar as coisas, a opção de ver em tela cheia, ainda dentro do WhatsApp, também será disponibilizada, de acordo com o site. Mudar de conversa, porém, para a reprodução do vídeo
 
Graças ao tamanho da tela, a função só está disponível - ainda para teste restrito a desenvolvedores - nas versões 6, 6 Plus, 6S, 6S Plus, 7 e 7 Plus do iPhone. Não se sabe sobre a chegada dela em aparelhos com Android, de acordo com o blog.
 
Fonte: Infomoney

MÃE TRANSFORMA DIFICULDADE DO FILHO EM DORMIR NO BERÇO EM NEGÓCIO EM CURITIBA

“Mãe é um bicho criativo”. Com essa frase, a amazonense Brena Simas, de 21 anos, resume sua história. O filho Francisco, nascido no fim de maio em Curitiba, não aceitava dormir no berço de jeito nenhum. “Era só eu colocar no berço e ele acordava. Foram as três semanas mais cansativas da minha vida. Eu e meu marido estávamos exaustos”, conta. Foi então que Brena teve uma ideia criativa que deu tão certo que ela transformou em um negócio que está ajudando outras mães.
 
A inspiração veio da própria experiência. Brena conta que nasceu em uma família humilde, em Parintins, no interior do Amazonas, e sua mãe não tinha condições de comprar um berço ou camas. Por isso, ela e as irmãs dormiram em redes até os 12 anos.  “Então resolvi tentar fazer uma para ele. Vi algumas coisas a respeito na internet e no mesmo dia costurei a dele. Para minha surpresa ele adorou, ficou bem calminho. Dei umas embaladas e ele dormiu que foi uma beleza”, conta Brena, que mora em Curitiba há três anos.
 
Decidida a ajudar outras mães – e também complementar o orçamento doméstico – Brena e o marido começaram a confeccionar redes iguais a de Francisco para vender. O tecido utilizado é o microsoft que, além de antialérgico, também é quentinho e ideal para o inverno curitibano. “Foi também uma saída para nos ajudar em meio à crise”, diz.
 
No primeiro lote, o casal produziu 20 unidades em cores variadas. Ao colocar as redes à venda nas redes socais, a amazonense vendeu todas e ainda saiu com outras 20 encomendas. Agora Brena criou uma página no Facebook para concentrar todos os pedidos e também divulgar o produto.
 
Francisco continua dormindo só na rede, que fica presa ao berço. “A rede dá uma sensação de aconchego, de se sentir abraçado. É até difícil de explicar. Mas olha, quando eu estou muito estressada, a rede ainda é o único lugar que eu consigo relaxar. Acho que é coisa de índio, dos meus antepassados”, diz Brena.
 
Recomendações
 
As recomendações de segurança da Sociedade Brasileira de Pediatria são para que o bebê durma sempre no berço, de barriga para cima e sem nenhum objeto solto próximo, como travesseiros, protetores ou pelúcias. A instituição diz ainda que é perigoso cobrir o bebê, mas se for necessário, deve-se usar uma coberta no máximo até a altura do peito e presa firmemente nas laterais e pé do berço.
 
Fonte: Gazeta do Povo

SÉRIE "GREY'S ANATOMY" AJUDA JOVEM A SALVAR A VIDA DO PAI NA ITÁLIA

Uma jovem de 18 anos conseguiu salvar a vida do pai, de 54 anos, com uma manobra que aprendeu através da série de televisão norte-americana “Grey’s Anatomy”. A série se passa no fictício hospital Grey Sloan Memorial Hospital, na cidade de Seattle, nos Estados Unidos, e relata histórias e casos médicos.
 
Por não perder um episódio do programa, a estudante da cidade de Montale, da região da Toscana, soube o que fazer no momento em que a mãe a acordou de madrugada avisando que o pai não estava acordando e nem respirando.
 
A jovem, então, ligou para o número 118, equivalente ao 192 do SAMU no Brasil, e começou a massagem cardíaca. A filha não parou com a manobra até a ambulância chegar, cerca de 10 minutos depois, conforme divulgou a Azienda Sanitaria Locale (ASL) nesta terça-feira (11) e a imprensa local.
 
Os paramédicos aplicaram uma desfibrilação e um exame constatou que o homem havia sofrido um infarto agudo do miocárdio.
 
Fonte: Gazeta do Povo

POR MINUTO, 1 MILHÃO DE GARRAFAS PLÁSTICAS SÃO COMPRADAS NO MUNDO

Um milhão de garrafas de plástico são comparadas a cada minuto em todo o mundo, conforme informou um relatório da empresa de pesquisa Euromonitor International, obtido pelo jornal britânico "The Guardian". De acordo com o levantamento, esse número deverá crescer 20% em quatro anos, chegando ao consumo anual de meio trilhão de unidades até 2021.
 
Apenas em 2016, mais de 480 bilhões de garrafas plásticas foram vendidas em todo planeta, enquanto em 2004 a quantia era de 300 bilhões. A hipótese para justificar o aumento na comercialização de produtos engarrafados está relacionada à mudança no estilo de vida de populações asiáticas, como a China, que começaram a ter comportamentos "ocidentais".
 
No entanto, embora o material usado para fabricar as garrafas seja reciclável, o planeta não está conseguindo reutilizá-las em ritmo igual ou superior ao da sua produção, o que coloca em risco o meio ambiente.
 
Segundo o estudo, menos da metade das garrafas de plástico compradas em 2016 foram coletadas para reciclagem. Dessas, somente 7% se transformaram em uma nova garrafa, fazendo com que a grande maioria do material vá parar em aterros sanitários ou mesmo nos oceanos.
 
Fonte: Catraca Livre

ADOTAR A DIETA SEM GLÚTEN SEM NECESSIDADE É UM ERRO

Uma das dietas mais debatidas atualmente é a de restrição ao glúten. Embora fala-se muito sobre o assunto, ele ainda é cercado de dúvidas. Basicamente, essa proteína vegetal tão debatida está presente em tudo que é feito de trigo, cevada, malte e centeio. Ou seja, ela está presente em boa parte do cardápio brasileiro. Nem mesmo a cervejinha está livre dele.
 
Há quem diga que uma alimentação sem glúten é mais saudável e acaba adotando a dieta mesmo sem ser intolerante ou ter alergia a essa proteína. Mas a nutricionista Maria Fernanda D’ottavio, do Check-up do HCor, faz o alerta: cortar o glúten da dieta sem necessidade pode gerar uma intolerância futura.
 
“É como se o organismo esquecesse como digere o glúten. Então, se a pessoa fica muito tempo sem colocar o glúten no organismo, é como se aquela enzima que digere o glúten esquecesse a função dela e aí a pessoa pode vir a desenvolver, por exemplo, uma sensibilidade ao glúten”, explica a nutricionista.
 
Já quem tem a doença celíaca, que é uma condição crônica que afeta o intestino de pessoas geneticamente predispostas, precisa - de fato- abandonar a proteína.
 
A doença autoimune (ou seja, o próprio corpo rejeita a substância) causa atrofia da mucosa do intestino, prejudicando a absorção dos nutrientes, sais minerais e água. Os principais sintomas são: dor abdominal, diarreia, distensão do abdômen, queda frequente de cabelo, diminuição do apetite, lesões de pele, anemia e infertilidade.
 
Já a intolerância ao glúten, também chamada sensibilidade não-celíaca, não tem característica de doença autoimune e sistêmica, mas tem sintomas parecidos. Ela ocorre quando o glúten é mal digerido, mas possibilidades de doença celíaca e de alergia ao trigo foram descartadas.
 
Nesses casos, os nutricionistas recomendam algumas substituições na alimentação. A farinha de trigo, por exemplo, pode ser trocada pela farinha de arroz, amido de milho, fubá, fécula de batata, polvilho, mandioca e tapioca.
 
Então, antes de pensar em entrar em qualquer modismo e mudar sua dieta, confira os principais mitos e verdades sobre a restrição ao glúten:
 
Cortar o glúten da alimentação faz bem para a saúde
 
Mito
 
Segundo a nutricionista Maria Fernanda, do HCor, não há nenhum estudo que comprove que a alimentação sem glúten faz bem para saúde de quem não tem a doença celíaca ou intolerância. “O glúten é uma proteína que está junto dos carboidratos, então, quando você retira o glúten, você deixa o cereal mais refinado e consequentemente você perde fibras, vitaminas e minerais desse cereal”, explica.
 
Dieta sem glúten ajuda a emagrecer
 
Mito
 
Também não existe comprovação científica de que a restrição ao glúten ajude na redução do peso. De acordo com a nutricionista Maria Fernanda D’ottavio, o que acaba acontecendo é que quando a pessoa restringe o glúten, consequentemente, restringe muitos outros alimentos, como bolo, pão, macarrão, chocolate. Então, a consequência acaba sendo a redução de peso.
 
“O que é preciso para perder peso é ter equilíbrio, não adianta restringir um monte de coisa e nunca mais comer um determinado alimento. Até fica chato porque a pessoa acaba perdendo um pouco da vida social por restrições. Já se a pessoa tem a doença celíaca ou alergia ao trigo, aí são outras questões”, afirma.
 
A doença celíaca e a intolerância não-celíaca ao glúten podem aparecer em qualquer fase da vida
 
Verdade
 
Geralmente aparece do primeiro ao terceiro ano de vida, porém pode manifestar-se em qualquer momento, inclusive da vida adulta.
 
Aveia é fonte de glúten
 
Mito
 
A aveia em si não é fonte de glúten, mas às vezes ela pode ter traço de trigo por ter sido cultivada, armazenada e transportada junto com ele. Outro motivo é quando o equipamento que a refinou foi o mesmo utilizado para refinar a farinha.
 
A pessoa celíaca deve privar-se do glúten pelo resto da vida
 
Verdade
 
Sim, pois o único tratamento para o celíaco é a uma dieta rigorosa, onde devem ser retirados todos os alimentos e preparações que contenham o glúten. Já as pessoas com sensibilidade ou intolerância ao glúten não têm necessidade de privação do nutriente, pois a quantidade de glúten suficiente para causar sintomas varia de pessoa para pessoa.
 
Quem é celíaco precisa ficar atento a cosméticos e medicamentos também
 
Verdade
 
Isso acontece porque, nos cosméticos, por exemplo, o glúten é usado como emulsificante ou estabilizante. E nos medicamentos, ele é usado para dar consistência e forma, contendo muitos deles amido de milho.
 
A nutricionista Maria Fernanda lembra que muitas vezes as pessoas não se dão conta disso, mas alerta que a situação é grave. “Eu tinha um paciente com doença celíaca e o shampoo que ele usava desencadeava a doença por conta do extrato de gérmen de trigo na composição”, conta.
 
Fonte: Catraca Livre

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